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	<title>Dra. Ana Suzuki</title>
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	<description>Oftalmologia</description>
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	<title>Dra. Ana Suzuki</title>
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		<title>PULSOTERAPIA, PLASMAFÉRESE E IMUNOGLOBULINA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 18:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Imunoglobulina]]></category>
		<category><![CDATA[Plasmaférese]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pulsoterapia, Plasmaférese e Imunoglobulina: Quando São Indicadas e Como Funcionam? Saiba o que são pulsoterapia, plasmaférese e imunoglobulina, quando são usadas e como ajudam no tratamento de doenças autoimunes e inflamatórias. Algumas doenças autoimunes e inflamatórias podem afetar o sistema nervoso e os olhos, como a&#160;neurite óptica, a&#160;miastenia gravis, a esclerose múltipla, as doenças do [&#8230;]</p>
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<p><strong>Pulsoterapia, Plasmaférese e Imunoglobulina: Quando São Indicadas e Como Funcionam?</strong></p>



<p>Saiba o que são pulsoterapia, plasmaférese e imunoglobulina, quando são usadas e como ajudam no tratamento de doenças autoimunes e inflamatórias.</p>



<p>Algumas doenças autoimunes e inflamatórias podem afetar o sistema nervoso e os olhos, como a&nbsp;neurite óptica, a&nbsp;miastenia gravis, a esclerose múltipla, as doenças do espectro da neuromielite óptica, entre outras. Nesses casos, o sistema imunológico (que deveria proteger o corpo) acaba atacando estruturas saudáveis, como o nervo&nbsp;óptico.</p>



<p>Para tratar essas condições, podem ser indicadas terapias específicas que ajudam a controlar a inflamação e equilibrar a resposta imune. As três mais comuns são:&nbsp;pulsoterapia com corticoides,&nbsp;plasmaférese&nbsp;e&nbsp;imunoglobulina intravenosa (IVIg).</p>



<p><strong>O que é pulsoterapia?</strong></p>



<p>A pulsoterapia consiste na aplicação de altas doses de corticoides por via intravenosa, geralmente por alguns dias consecutivos e seguido de uso de corticoide oral. O objetivo é reduzir rapidamente a inflamação e interromper o ataque do sistema imune. A neurite óptica desmielinizante é uma das doenças em que a pulsoterapia é geralmente indicada.</p>



<p><strong>O que é plasmaférese?</strong></p>



<p>A plasmaférese é um procedimento que filtra o sangue do paciente para remover anticorpos e substâncias inflamatórias. Ela é indicada em casos mais graves ou que não respondem bem aos corticoides.</p>



<p><strong>O que é imunoglobulina intravenosa (IVIg)?</strong></p>



<p>A imunoglobulina intravenosa é feita a partir de anticorpos saudáveis obtidos de doadores. Ao ser administrada, ela ajuda a modular a resposta imune, bloqueando a ação dos anticorpos que estão causando a inflamação.</p>



<p><strong>Quando esses tratamentos são indicados?</strong></p>



<p>Esses tratamentos são sempre indicados por médicos especialistas, como neurologistas ou neuroftalmologistas, após avaliação clínica e exames complementares. A escolha entre pulsoterapia, plasmaférese ou imunoglobulina depende da gravidade do quadro, da resposta ao tratamento inicial e das condições de saúde do paciente.</p>



<p>Embora sejam tratamentos eficazes e amplamente utilizados em doenças autoimunes e inflamatórias, eles possuem contraindicações que devem ser avaliadas pelo médico. Entre os principais cuidados, destacam-se: presença de infecções graves, problemas cardíacos ou renais, distúrbios de coagulação, alergias a componentes das medicações, diabetes descompensado e pressão arterial não controlada. A decisão sobre o uso dessas terapias deve sempre ser feita por um especialista, considerando os riscos e benefícios em cada caso.</p>



<p></p>
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		<title>METANOL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 14:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Metanol]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropatia óptica tóxica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neuropatia óptica tóxica por metanol A neuropatia óptica tóxica por metanol é uma condição grave causada pela ingestão ou inalação de metanol, substância altamente tóxica presente em solventes, combustíveis, anticongelantes e, ocasionalmente, em bebidas alcoólicas adulteradas. Fisiopatologia O metanol, após ser absorvido, é metabolizado principalmente no fígado pelas enzimas álcool desidrogenase e aldeído desidrogenase. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Neuropatia óptica tóxica por metanol</strong></p>



<p>A neuropatia óptica tóxica por metanol é uma condição grave causada pela ingestão ou inalação de metanol, substância altamente tóxica presente em solventes, combustíveis, anticongelantes e, ocasionalmente, em bebidas alcoólicas adulteradas.</p>



<p><strong>Fisiopatologia</strong></p>



<p>O metanol, após ser absorvido, é metabolizado principalmente no fígado pelas enzimas álcool desidrogenase e aldeído desidrogenase. A conversão gera ácido fórmico, que se acumula no organismo e interfere com a cadeia respiratória mitocondrial, reduzindo a produção de ATP e levando à hipóxia celular. O nervo óptico, altamente dependente de energia mitocondrial, é particularmente vulnerável, resultando em uma neuropatia óptica bilateral.</p>



<p><strong>Manifestações clínicas</strong></p>



<p>Os sintomas geralmente surgem 12 a 24 horas após a exposição e incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sintomas sistêmicos: náuseas, vômitos, dor abdominal, hiperventilação, confusão e coma</li>



<li>Visão borrada ou turva</li>



<li>Fotofobia e fenômenos visuais positivos (flashs de luz)</li>



<li>Escotomas centrais (áreas de perda visual no centro do campo visual)</li>



<li>Redução acentuada da acuidade visual, podendo evoluir para cegueira bilateral</li>



<li>Midríase (pupilas dilatadas não reativas à luz)</li>



<li>Dor ocular leve (menos comum)</li>
</ul>



<p><strong>Diagnóstico</strong></p>



<p>O diagnóstico é clínico e laboratorial, baseado em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>História de exposição ao metanol (ingestão acidental ou intencional)</li>



<li>Gasometria arterial com acidose metabólica e ânion gap aumentado</li>



<li>Dosagem de metanol sérico (se disponível)</li>



<li>Exames oftalmológicos: fundoscopia pode mostrar edema de papila e/ou hiperemia de disco óptico seguido de atrofia óptica</li>



<li>Ressonância magnética de crânio e órbitas podem evidenciar lesões nos núcleos da base e nos nervos ópticos em casos graves</li>
</ul>



<p><strong>Tratamento</strong></p>



<p>O tratamento é uma emergência médica e visa limitar a conversão do metanol e corrigir a acidose:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Etanol ou fomepizol: competem com o metanol pela enzima álcool desidrogenase, impedindo sua conversão tóxica.</li>



<li>Bicarbonato de sódio IV: corrige a acidose metabólica.</li>



<li>Hemodiálise: indicada para remover rapidamente o metanol e o ácido fórmico do organismo, especialmente em casos graves.</li>



<li>Ácido folínico (ou ácido fólico): acelera a conversão do ácido fórmico em CO₂ e H₂O.</li>
</ul>



<p>Tratamentos adjuvantes para a neuropatia óptica em estudo: pulsoterapia com corticoides e eritropoetina endovenosa</p>



<p><strong>Prognóstico</strong></p>



<p>O prognóstico visual depende da gravidade do quadro e da precocidade do tratamento. Intervenções nas primeiras horas após a exposição aumentam as chances de recuperação parcial ou total da visão. Há risco de cegueira irreversível e complicações neurológicas.</p>



<p><strong>Prevenção</strong></p>



<p>A prevenção envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regulamentação rígida da produção e comercialização de produtos que contenham metanol</li>



<li>Educação da população sobre os riscos de consumir bebidas alcoólicas de origem duvidosa</li>



<li>Fiscalização de bebidas artesanais ou clandestinas</li>
</ul>



<p></p>
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		<title>O QUE É RETINA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 14:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Retina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O QUE É RETINA? É uma estrutura com várias camadas que reveste internamente nosso olho. Ela transforma a luz que entra no globo ocular em estímulo nervoso, transmitindo-o através do nervo óptico e de uma via óptica até o nosso cérebro. COMO É FEITA A AVALIAÇÃO DA RETINA? O oftalmologista consegue avaliar a membrana ocular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O QUE É RETINA?</strong></p>



<p>É uma estrutura com várias camadas que reveste internamente nosso olho. Ela transforma a luz que entra no globo ocular em estímulo nervoso, transmitindo-o através do nervo óptico e de uma via óptica até o nosso cérebro.</p>



<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO DA RETINA?</strong></p>



<p>O oftalmologista consegue avaliar a membrana ocular do paciente durante a consulta médica através do exame de fundo de olho ou mapeamento de retina. Primeiramente são utilizados colírios para dilatar as pupilas do paciente. Depois, uma lente é posicionada em frente ao olho do paciente e, com o auxílio de uma fonte de luz, é possível visualizar as estruturas da retina. Além disso, com determinados equipamentos, é possível fotografar essa imagem. Por fim, em muitos casos o exame de tomografia de coerência óptica (OCT) de retina também é solicitado como avaliação complementar.</p>



<p><strong>QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DAS DOENÇAS DA RETINA?</strong></p>



<p>Os principais sintomas relacionados a alterações retinianas são baixa visual, distorção da imagem central, moscas volantes. <a href="https://draanasuzuki.com.br/moscas-volantes/"><strong>(Quer saber mais sobre moscas volantes clique aqui)</strong></a></p>



<p><strong>PRINCIPAIS DOENÇAS RETINIANAS</strong></p>



<p>Retinopatia diabética, degeneração macular relacionada a idade (DMRI) e descolamento de retina estão entre as doenças retinianas mais comuns em todo o mundo e figuram entre as principais causas de cegueira.</p>



<p><strong>Retinopatia diabética</strong> – Estima-se uma prevalência de diabetes de quase 10% na população mundial. O descontrole importante do diabetes pode afetar os vasos da retina, que passam a apresentar alterações ao exame de fundo de olho conhecidas como retinopatia diabética. Hemorragias, edema e até mesmo um outro tipo de descolamento de retina (chamado tracional) podem ocorrer em decorrência de complicações da retinopatia diabética. Portanto, o controle da taxa de glicose no sangue é essencial e crucial para que essas complicações oculares não aconteçam. Além disso, tratamentos oculares como injeção intraocular, laser e até mesmo cirurgia podem ajudar na prevenção de perdas visuais irreversíveis. <a href="https://draanasuzuki.com.br/retinopatia-diabetica/"><strong>(saiba mais)</strong></a></p>



<p><strong>Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI)</strong> – É uma doença que acomete a mácula, região da retina responsável por nossa visão central e de melhor qualidade. Ocorre principalmente após os 60 anos de idade e, por ser uma das grandes causas de cegueira no mundo, sua ocorrência tende a aumentar com o envelhecimento da população. O diagnóstico e seguimento do quadro e o tratamento com injeções intraoculares nos casos indicados podem evitar perdas visuais severas em alguns casos. <strong><a href="https://draanasuzuki.com.br/dmri-degeneracao-macular-relacionada-a-idade/">(saiba mais)</a></strong></p>



<p><strong>Descolamento de retina</strong> – A membrana ocular é uma fina estrutura que reveste a parte interna do nosso olho e, no tipo mais comum de descolamento (chamado regmatogênico), acontece um pequeno rasgo na retina, que sai de sua posição normal (descola da parede interna do olho) e causa uma baixa visual geralmente súbita. Muitas vezes, precisamos indicar uma cirurgia de urgência (vitrectomia posterior) nesses casos. <strong><a href="https://draanasuzuki.com.br/descolamento-de-retina">(saiba mais)</a></strong></p>



<p><strong>Outras doenças retinianas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Oclusões vasculares da retina</li>



<li>Buraco de Mácula</li>



<li>Membrana Epirretiniana</li>



<li>Coriorretinopatia Serosa Central</li>



<li>Retinose Pigmentar</li>
</ul>



<p></p>
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		<title>5 ESTRATÉGIAS PARA REDUZIR A FADIGA OCULAR DIGITAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 12:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1 – Posicione-se adequadamente: mantenha sua tela a uma distância de aproximadamente 60 cm dos seus olhos, evitando a fadiga ocular Fique a aproximadamente um braço esticado de sua tela, no mínimo. 2 – Faça pausas e olhe para longe por, pelo menos, 20 segundos A orientação da academia americana de oftalmologia é que essas [&#8230;]</p>
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<p><strong>1 – Posicione-se adequadamente: mantenha sua tela a uma distância de aproximadamente 60 cm dos seus olhos</strong>, <strong>evitando a fadiga ocular</strong></p>



<p><br>Fique a aproximadamente um braço esticado de sua tela, no mínimo.</p>



<p><strong>2 – Faça pausas e olhe para longe por, pelo menos, 20 segundos</strong></p>



<p>A orientação da academia americana de oftalmologia é que essas pausas aconteçam a cada 20 minutos. Sabemos que é difícil fazer tantas pausas durante um dia de trabalho e, aqui, costumo orientar o paciente a tentar, pelo menos, realizar essas pausas nas “horas cheias”, quando geralmente está marcada alguma nova reunião ou outro compromisso. O ideal é olhar para distâncias de, no mínimo, 6 metros – aproveitar a vista de uma janela é uma boa alternativa.</p>



<p><strong>3 – Não se esqueça de piscar!</strong></p>



<p>Se houver sensação de olho seco, pode-se utilizar também lágrimas artificiais(com orientação médica).</p>



<p><strong>4 – Ajuste o brilho da sua tela</strong></p>



<p>Utilize um brilho de tela semelhante ao de seu ambiente de trabalho (em salas claras, o brilho da tela pode ser maior e, em ambientes mais escuros, diminua o brilho da sua tela), evitando a fadiga ocular, piscar não é apenas um reflexo natural, mas uma função vital para a saúde dos olhos. Cada vez que piscamos, uma fina camada de lágrimas é espalhada sobre a superfície ocular, mantendo-a lubrificada, protegida contra poeira e microrganismos, além de reduzir o ressecamento.</p>



<p><strong>5 – Esteja atento a sintomas de origem ocular</strong></p>



<p>Turvação visual, dores de cabeça e nos olhos após uso prolongado de telas podem estar relacionados a necessidade de uso de óculos em alguns casos. Fique atento a sintomas e realize regularmente consultas oftalmológicas de rotina pelo menos anualmente com seu oftalmologista de confiança.</p>



<p>Fonte: Academia Americana de Oftalmologia (https://www.aao.org/eye-health/tips-prevention/computer-usage)</p>
</div>
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		<title>NEUROPATIA ÓPTICA ISQUÊMICA ANTERIOR (NOIA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 11:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O suprimento sanguíneo do nervo óptico é essencial para seu completo funcionamento.A redução de oferta de sangue levando a um infarto segmentar ou generalizado da parte mais anterior do nervo óptico, a cabeça do nervo óptico, é conhecida como neuropatia óptica isquêmica anterior (NOIA). A NOIA é uma importante causa de edema de disco óptico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O suprimento sanguíneo do nervo óptico é essencial para seu completo funcionamento.A redução de oferta de sangue levando a um infarto segmentar ou generalizado da parte mais anterior do nervo óptico, a cabeça do nervo óptico, é conhecida como <strong>neuropatia óptica isquêmica anterior (NOIA)</strong>.</p>



<p>A NOIA é uma importante causa de <strong>edema de disco óptico</strong> e pode ser classificada em:</p>



<p>1. <strong>NÃO-ARTERÍTICA</strong>:</p>



<p>A mais comum (mais de 90% dos casos), quando a falta de sangue acontece por um conjunto de causas (chamamos de multifatorial). Os principais fatores predisponentes são características anatômicas do próprio disco óptico (disco óptico cheio, drusas de papila), doenças sistêmicas como hipertensão arterial sistêmica, diabetes, alterações do colesterol e outros fatores como episódios de hipotensões súbitas, síndrome da apneia do sono, aumento da pressão intraocular, uso de algumas medicações como sildenafil.</p>



<p>A <strong>neuropatia óptica isquêmica anterior</strong> NOIA não arteríticacomumente ocorre em pacientes acima de 50 anos, com os fatores de risco mencionados acima. O paciente se queixa de uma <strong>baixa visualem um dos olhos súbita e indolor, </strong>sem outros sintomas sistêmicos associados.A perda de campo visual inferior é a mais típica, mas outros defeitos de campo podem ocorrer. O paciente geralmente apresenta ao exame oftalmológico baixa acuidade visual se o campo visual central é acometido, alteração no exame das pupilas (defeito aferente relativo se não há patologias no olho contralateral) e um edema de disco óptico que pode ser pálido ou hiperemiado. O diagnóstico é clínico mas a depender do caso exames complementares se fazem necessários para o diferencial com a forma arterítica da NOIA ou ainda com outras causas de edema de papila. Frente a um caso de NOIA não arterítica, não há um tratamento definitivo para o infarto do nervo óptico, sendo importante <strong>controlar os fatores predisponentes do paciente</strong>.</p>



<p>2. <strong>ARTERÍTICA:</strong></p>



<p><strong>Mais rara, </strong>porém um quadro de<strong> urgência. </strong>Nesse caso, a diminuição do suprimento sanguíneo é causada por uma inflamação nos vasos (vasculite), em especial a arterite de células gingantes ou arterite temporal.</p>



<p>Na NOIA arterítica, a <strong>perda visual também é unilateral e súbita, porém geralmente mais severa</strong> e podendo ser acompanhada de <strong>dor periocular</strong>e/ou precedida por <strong>obscurecimentos visuais transitórios</strong>. <strong>Dor de cabeça</strong> é um sintoma muito comum. <strong>Claudicação da mandíbula, sensibilidade do couro cabeludo</strong>, perda de pesoe histórico de polimialgia reumática podem estar presentes no quadro clínico. Ocorre em pacientes mais idosos (média de 70 anos) e na avaliação desses pacientes, além de importante alteração da acuidade visual e do defeito aferente relativo (se o outro olho é normal), encontramos um edema de disco geralmente mais pálido; exsudatos algodonosos e sinais de oclusão arterial podem ocorrer. Aumento dos níveis de marcadores inflamatórios como velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) são fortemente indicativos da forma arterítica da NOIA frente a uma história e quadro clínico compatíveis e outros exames laboratoriais e de imagem podem ser solicitados. A confirmação ocorre com a biópsia da artéria temporal (que mostra a inflamação vascular), porém na maior parte das vezes o tratamento é realizado antes desse procedimento, pela urgência do quadro. O <strong>tratamento precoce com doses altas de corticóide visa proteger o olho contralateral</strong> (o olho sem queixas) de perdas visuais severas que podem ocorrer em mais da metade dos casos em um curto período se nenhum tratamento for instituído.</p>



<p><strong>A procura rápida por atendimento e a avaliação completa feita por um oftalmologista especializado são essenciais para o diagnóstico da NOIA e de seu subtipo e para a melhor condução desses casos.</strong></p>
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		<title>PAPILEDEMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 11:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pressão intracraniana aumentada, transmitida através da bainha do nervo óptico, acarreta um edema na cabeça do nervo óptico chamado de papiledema (esse termo é de uso exclusivo para o edema de disco óptico associado a hipertensão intracraniana). Possíveis causas de aumento da pressão intracraniana são hemorragias intracranianas, tumores, tromboses cerebrais, infecções intracranianas, bloqueio do [&#8230;]</p>
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<p>A<strong> pressão intracraniana aumentada</strong>, transmitida através da bainha do nervo óptico, acarreta um <strong>edema na cabeça do nervo óptico chamado de papiledema</strong> (esse termo é de uso exclusivo para o edema de disco óptico associado a hipertensão intracraniana).</p>



<p>Possíveis causas de aumento da pressão intracraniana são hemorragias intracranianas, tumores, tromboses cerebrais, infecções intracranianas, bloqueio do sistema de drenagem do líquor, entre outros. Quando não encontramos uma causa para o aumento da pressão intracraniana temos o quadro de hipertensão intracraniana idiopática,que também pode ser chamado de pseudotumor cerebral.</p>



<p><strong>QUAIS OS SINTOMAS DO PAPILEDEMA?</strong></p>



<p>Um paciente com <strong>papiledema</strong> geralmente tem a visão central preservada nas fases iniciais, apresentando como principais sintomas visuais quadro de <strong>obscurecimento da visão de forma transitória</strong>, com <strong>duração de segundos</strong> e muitas vezes associados a mudanças de postura ou ainda visão dupla. A constrição de campo visual e o defeito nasal inferior são os defeitos de campo visual mais comuns. Sintomas sistêmicos como <strong>cefaleia</strong>, náusea e vômitos também podem estar presentes. Ao exame oftalmológico, o achado típico é o edema de papila bilateral (que pode ser assimétrico); hemorragias e exsudatos perto do disco óptico também podem estar presentes.</p>



<p><strong>COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO?</strong></p>



<p>Não tratada, a pressão intracraniana elevada pode levar a uma progressiva perda de fibras nervosas que compõem o nervo óptico, acarretando perda visual que pode ser grave e irreversível (papiledema crônico).</p>



<p>É imprescindível o correto diagnóstico dopapiledema (existem condições que podem simular suas características, chamadas de pseudo-edema de papila – um exemplo são as drusas de papila) para que exames complementares e preocupações desnecessárias não aconteçam. <strong>Ressonância magnética de crânio</strong> e outros exames de imagem além de <strong>exame de líquor</strong> com medida da pressão intracraniana compõem os exames complementares normalmente solicitados.</p>



<p>Existindo um papiledema verdadeiro, deve-se investigar a causa do aumento da pressão intracraniana e tratá-la. Nos casos idiopáticos (sem causa definida), a perda de peso para pacientes com aumento do índice de massa corpórea (IMC) e uso de medicações orais são os principais tratamentos instituídos. Em casos de papiledema grave e que não responde a essas medidas e nos casos que chamamos de fulminante (quadros de hipertensão intracraniana idiopática com papiledema grave, de rápida evolução e com perda visual grave), cirurgias como a fenestração da bainha do nervo óptico ou ainda derivações ventriculares são opções de tratamento.</p>
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		<title>MOSCAS VOLANTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 11:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aparecimento de pontos escuros ou imagens que se assemelham a nuvens, fios ou teias de aranha flutuantes diante dos olhos, popularmente conhecidos como &#8220;moscas volantes&#8221;, pode ocorrer repentinamente e é uma queixa oftalmológica relativamente comum.Geralmente são mais perceptíveis ao olhar para uma superfície lisa como uma parede branca e ao movimentar os olhos. O [&#8230;]</p>
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<p>O aparecimento de pontos escuros ou imagens que se assemelham a nuvens, fios ou teias de aranha flutuantes diante dos olhos, popularmente conhecidos como &#8220;moscas volantes&#8221;, pode ocorrer repentinamente e é uma queixa oftalmológica relativamente comum.Geralmente são mais perceptíveis ao olhar para uma superfície lisa como uma parede branca e ao movimentar os olhos.</p>



<p><strong>O QUE SÃO AS MOSCAS VOLANTES?</strong></p>



<p>O interior do nosso olho na sua porção mais posterior é preenchida pelo humor vítreo, um composto transparente e de consistência gelatinosa que se adere fortemente a retina em alguns pontos. Com o envelhecimento, o humor vítreo vai se tornando líquido e se desprendendo da retina (o nome técnico dado a esse processo é descolamento do vítreo posterior ou apenas &#8220;DVP&#8221;) e pequenas partículas de vítreo condensado ficam soltas dentro do olho. A percepção das sombras que essas partículas produzem sobre a retina quando a luz atravessa o olho é o que se percebe como &#8220;moscas volantes&#8221; ou &#8220;floaters&#8221;. Isso ocorre geralmente em pacientes com idade acima de 45 anos, míopes, naqueles que apresentaram quadro de inflamação intraocular, submeteram-se a cirurgia por catarata, estão em seguimento após tratamento com YAG laser (capsulotomia), após trauma ocular contuso, entre outras causas.</p>



<p><strong>É NECESSÁRIO PROCURAR UM OFTALMOLOGISTA?</strong></p>



<p>Sim, é importante procurar prontamente um oftalmologista quando as manchas escuras flutuantes surgem, quando já existem mas se agravam de forma súbita, se há queixas de visão inexplicada de &#8220;flashs&#8221; de luz ou &#8220;relâmpagos&#8221; (denominadas fotopsias) ou ainda se associadas a baixa visual. O descolamento do vítreo posterior é um processo natural do nosso envelhecimento que nem sempre causa problemas visuais e geralmente não precisa de tratamento. As &#8220;moscas volantes&#8221; não somem, mas o paciente acaba se acostumando com elas. Porém, é importante ressaltar que o humor vítreo pode tracionar a retina durante esse processo, principalmente nas regiões onde ele é mais aderido e ocasionar complicações em uma minoria de casos. Há riscos de rasgos na retina (e, em alguns casos, descolamento de retina) e sangramentos no interior do olho pelo dano a vasos retinianos. Tratamentos como fotocoagulação a laser nos rasgos de retina e vitrectomia posterior nos casos de descolamento de retina podem ser indicados.</p>



<p></p>
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		<title>NEURITE ÓPTICA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 22:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O QUE É NEURITE ÓPTICA? O termo neurite óptica corresponde a uma INFLAMAÇÃO DO NERVO ÓPTICO, responsável pela transmissão da informação visual do olho ao cérebro. Quando associada a edema do disco óptico é chamada de papilite; nos casos em que o disco óptico é normal, utiliza-se o termo neurite retrobulbar. A neurite óptica pode [&#8230;]</p>
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<p><strong>O QUE É NEURITE ÓPTICA?</strong></p>



<p>O termo <strong>neurite óptica corresponde a uma INFLAMAÇÃO DO NERVO ÓPTICO</strong>, responsável pela transmissão da informação visual do olho ao cérebro. Quando associada a edema do disco óptico é chamada de papilite; nos casos em que o disco óptico é normal, utiliza-se o termo neurite retrobulbar.</p>



<p>A neurite óptica pode ocorrer de forma isolada e sem uma causa específica ou associada a doenças sistêmicas como infecções, esclerose múltipla ou outras patologias auto-imunes e neurológicas (como as do chamado espectro da neuromielite óptica).<br><br><strong>NEURITE ÓPTICA DESMIELINIZANTE<br><br></strong>O tipo mais comum de neurite óptica é chamado de desmielinizante e pode ocorrer de forma isolada (sem relação com doenças sistêmicas podendo ser chamada ainda de idiopática, ou seja, sem uma causa conhecida) ou associada a esclerose múltipla.</p>



<p>Geralmente, acomete pacientes jovens, com idades entre 20 e 50 anos, na maioria mulheres. Os principais sintomas são perda visual central (que pode ser discreta até grave) com evolução em poucos dias e comumente em apenas um dos olhos e dor ocular ou ao redor do olho que pode acontecer antes ou durante a baixa de visão e piorar com a movimentação dos olhos.</p>



<p><strong>QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS</strong></p>



<p>Exceto pela baixa visual e por uma discreta alteração do exame das pupilas (chamada de defeito aferente relativo), o exame oftalmológico do paciente com neurite óptico pode ser praticamente normal (inclusive o aspecto do nervo óptico visto ao exame de fundo de olho nos casos em qua a inflamação acontece atrás do globo ocular). Edema de disco óptico ocorre em aproximadamente 1/3 dos casos e é geralmente leve ou moderado, sem hemorragias associadas.</p>



<p><strong>DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO</strong></p>



<p>O diagnóstico é clínico, porém a ressonância magnética de crânio e exame de líquor (com pesquisa de bandas oligoclonais) podem ajudar no diagnóstico e na estratificação do risco de associação com esclerose múltipla. Exames complementares oftalmológicos como campimetria visual e tomografia de coerência óptica (OCT) são muito utilizados nesses casos.</p>



<p>O neuroftalmologista e o neurologista são os médicos que geralmente acompanham esses casos (muitas vezes em conjunto) e o tratamento varia conforme a causa. Em alguns casos, o uso de altas doses de corticóide intravenoso pode estar indicado. O prognóstico visual varia conforme a causa da neurite óptica – nos casos isolados ou associados à esclerose múltipla, geralmente há uma boa recuperação visual, muitas vezes mesmo sem tratamento.</p>



<p><strong>NEURITE ÓPTICA ATÍPICA</strong></p>



<p>Os casos que não se enquadram nesse tipo de neurite óptica mais comum são por vezes chamados de neurites “atípicas”. Ocorrem em pacientes bem jovens ou idosos, não apresentam dor, podem acometer os dois olhos de forma simultânea ou sequencial, apresentar lesões inflamatórias extensas ao exame de ressonância magnética, não apresentar recuperação visual tão importante, muitas vezes com recidivas precoces e dependência de tratamento. Nesse cenário,a investigação de doenças sistêmicas é muito importante. Variados exames podem ser solicitados, a depender da suspeita clínica. Exames como a pesquisa de anticorpos como o anti-aquaporina 4 e contra a glicoproteína da mielina de oligodendrócito (anti-MOG) podem auxiliar quando há suspeita de doenças do espectro da neuromielite óptica.</p>



<p>A avaliação médica minuciosa é essencial para o diagnóstico, tratamento e seguimento dos casos de neurite óptica. Em caso de dúvidas, procure sempre seu médico de confiança.</p>
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		<title>DMRI &#8211; DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 22:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Retina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Degeneração macular relacionada a idade (DMRI) é uma doença da retina que acomete a mácula e que causa alterações na visão central. Ocorre principalmente após os 60 anos de idade, é uma das grandes causas de cegueira irreversível no mundo e sua ocorrência tende a aumentar com o envelhecimento da população. A mácula é uma [&#8230;]</p>
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<p>Degeneração macular relacionada a idade (DMRI) é uma doença da retina que acomete a mácula e que causa alterações na visão central. Ocorre principalmente após os 60 anos de idade, é uma das grandes causas de cegueira irreversível no mundo e sua ocorrência tende a aumentar com o envelhecimento da população.</p>



<p>A mácula é uma região nobre da retina com a maior concentração das células responsáveis pela visão (os fotorreceptores), sendo responsável pela nossa visão central e de melhor qualidade.</p>



<p><strong>QUAIS SÃO OS FATORES DE RISCO PARA DMRI?</strong></p>



<p>Além do envelhecimento, são descritos como fatores de risco para degeneração macular relacionada a idade (DMRI): história familiar positiva,raça branca, exposição solar, fatores de riscos cardiovasculares (como tabagismo, hipertensão arterial sistêmica), dieta rica em gorduras e pobre em algumas vitaminas e nutrientes.</p>



<p><strong>QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DOENÇA?&nbsp;</strong></p>



<p>Nos estágios iniciais da degeneração macular relacionada a idade (DMRI), o paciente pode não apresentar sintomas ou apresentar queixas discretas de distorção das imagens visualizadas (o que chamamos de metamorfopsia) ou de baixa visual geralmente no campo de visão central. Nessas fases iniciais, o oftalmologista identifica lesões arrendondadasbranco-amareladas na retina chamadas de drusas.As drusas podem ocorrer, de forma mais rara, em algumas outras doenças da retina.</p>



<p><strong>COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO E O SEGUIMENTO DA DMRI?</strong></p>



<p>O diagnóstico da DMRI é feito pelo oftalmologista, principalmente com o exame de fundo de olho ou mapemaneto de retina. Uma vez detectadas as drusas, o seguimento periódico com um especialista em retina é a conduta mais indicada já que as drusas podem permanecer estáveis ou aumentar em tamanho e em número com o passar dos anos. Além do mapeamento de retina, exames complementares como angiofluoresceinografia, tomografia de coerência óptica (OCT), autofluorescência e angiotomografia são alguns dos exames que podem ser solicitados no seguimento, a depender dos achados oftalmológicos.Em alguns casos, o paciente pode progredir comuma das duas formas de complicaçõesda doença:DMRI do tipo exsudativa (também chamada de \&#8221;úmida\&#8221;) ou DMRI seca com atrofia geográfica.</p>



<p><strong>ALÉM DAS AVALIAÇÕES DE ROTINA, QUANDO DEVO PROCURAR PRONTAMENTE MEU OFTALMOLOGISTA?</strong></p>



<p>Ao apresentar baixa visual súbita, mancha fixa na visão central, distorção na visualização de imagens (por exemplo, ao olhar para imagens retas como um poste de luz ou as margens de uma porta, perceber essas imagens tortas ou onduladas).</p>



<p><strong>COMO PODE EVOLUIR A DMRI? EXISTE TRATAMENTO?</strong></p>



<p>Na <strong>DMRI exsudativa ou úmida</strong>, o paciente geralmente apresentaimportante piora visual central relacionada a um crescimento anormal de vasos sanguíneos abaixo da retina (neovascularização decoróide) resultando em hemorragias ou extravazamento de fluido, formando o que chamamos de membrana neovascularsub-retiniana. A avaliação rápida desses casos pelo oftalmologista especialista em retina é primordial; frente a esse quadro, a aplicação de medicaçõesanti-angiogênicas intraoculares (injeções intravítreas) pode ser indicada na tentativa de reduzir as alterações retinianas e estabilizar o quadro. O uso de vitaminas antioxidantes e minerais e o controle de fatores de risco é recomendado na tentativa de diminuir a progressão da doença.</p>



<p>Na <strong>DMRI seca</strong> com atrofia geográfica, o paciente apresenta alteração das camadas externas da retina com perda progressiva das células indispensáveis para a visão, os fotorreceptores; dessa forma, o paciente se queixa de perda gradativa da visão central.Em alguns casos o uso de vitaminas antioxidantes e minerais é indicado na tentativa de diminuir a progressão da doenças mas,  infelizmente, nesses casos não há atualmente tratamento para reestabelecer a visão do paciente.</p>



<p>Embora não exista um tratamento capaz de restaurar a visão perdida, algumas opções podem ajudar a retardar a progressão da doença e preservar a visão por mais tempo. O uso de&nbsp;<strong>vitaminas antioxidantes e minerais</strong>&nbsp;é indicado em muitos casos, com o objetivo de diminuir o avanço da degeneração.</p>



<p>Outra alternativa promissora é o&nbsp;<strong>tratamento com laser de fotobiomodulação,</strong> que utiliza luz de baixa intensidade para estimular a regeneração celular e reduzir o estresse oxidativo na retina. Esse procedimento é não invasivo, indolor e pode ajudar a desacelerar a evolução da doença.</p>



<p>Recentemente, a FDA aprovou dois medicamentos que atuam na&nbsp;<strong>cascata do complemento</strong>, uma parte do sistema imunológico envolvida na degeneração da retina:&nbsp;<strong>pegcetacoplan (SYFOVRE</strong><sup>®</sup><strong>)</strong><strong>&nbsp;</strong>e<strong>&nbsp;</strong><strong>avacincaptad pegol (Izervay</strong><sup>®</sup><strong>)</strong>. Esses medicamentos são administrados por injeção diretamente no olho com efeito de retardar o desenvolvimento da atrofia geográfica. No entanto, é importante destacar que eles não promovem melhora da visão.</p>



<p></p>
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		<title>LASER DE RETINA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Ana Suzuki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 22:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Laser de argônio em retina: entenda o procedimento COMO É FEITO O PROCEDIMENTO? O tratamento é realizado com o paciente acordado. O laser de retina (ou fotocoagualação com laser de argônio) é um procedimento realizado em uma lâmpada de fenda (como a do consultório, onde você encosta a cabeça e é examinado sob uma luz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Laser de argônio em retina: entenda o procedimento</strong></p>



<p><strong>COMO É FEITO O PROCEDIMENTO?</strong></p>



<p>O tratamento é realizado com o paciente acordado. O laser de retina (ou fotocoagualação com laser de argônio) é um procedimento realizado em uma lâmpada de fenda (como a do consultório, onde você encosta a cabeça e é examinado sob uma luz forte), porém com um laser acoplado. Utilizamos lentes para visualizar a área a ser tratada e, na maior parte das vezes, a anestesia ocorre apenas com colírio. O procedimento costuma durar de 10 a 30 minutos e é bem tolerado pela maioria dos pacientes.</p>



<p><strong>Orientações antes do procedimento:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário jejum</li>



<li>Haverá necessidade de dilatação da pupila</li>



<li>É recomendado levar um acompanhante</li>



<li>A aplicação de laser pode causar sensação de dor, algumas vezes seu médico pode recomendar o uso de analgésicos antes do procedimento</li>



<li>Após o procedimento, a visão pode permanecer turva por algumas horas e é importante evitar exposição direta à luz forte nas primeiras horas uma vez que a pupila está dilatada</li>
</ul>



<p><strong>EM QUE SITUAÇÕES O LASER É INDICADO?</strong><br><br>1) Para <strong>reduzir o risco de descolamento de retina</strong> quando há um rasgo na retina ou áreas muito finas prestes a rasgar &#8211; o laser promove a aderência da retina ao redor dessa região. Como já explicado, o aparecimento de moscas volantes ou flashs de luz na visão são sintomas de alerta e o mapeamento de retina é indicado para procurar essas lesões e analisar a necessidade de laser, principalmente em pacientes com alta miopia, que apresentam a retina mais fina e susceptível a esses rasgos.<br><br>2) Em <strong>diabéticos</strong>, reduzindo o risco da proliferação de novos vasos sanguíneos anômalos que podem sangrar ou tracionar a retina<br><br>3) Nas <strong>oclusões de veia da retina</strong>, para tratar áreas que podem ser afetadas com falta nutrientes e oxigênio</p>



<p>4) No tratamento de casos de descolamento de retina, associada a outros procedimentos como a retinopexia pneumática (injeção de gás intraocular), à introflexão escleral, à vitrectomia posterior.</p>
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